terça-feira, 7 de outubro de 2014

O MEIO DO FIM



PRODUTO DO MEIO? COM QUE FINALIDADE?
Desde sempre nunca me soou bem a frase de que “o homem é produto do meio” pelo simples fato de eu ter entendido inicialmente de que temos vontade própria, poder de decisão e escolha. Não se pode admitir que alguém está predestinado à assimilação de usos e costumes sociais sem que experimente o uso da liberdade. Apesar de viver em torno de sugestões, cada indivíduo pode se adaptar ao meio, ao satisfazer suas expectativas, ou se recusar a fazer parte desse meio com base em suas observações e amadurecimento da experiência.
“O homem produto do meio” é sempre uma justificativa para explicar as celeumas sociais e suas perturbações, até mesmo atos de desonestidade e corrupção vivenciados constantemente. Mesmo sendo “manipulado” pelo comportamento da maioria que aos poucos vai perdendo o poder de reflexão e análise fria das ocorrências por causa das raízes que se aprofundam, as reações correspondem as ações. Há pessoas cometendo erros inocentemente, por seguir comportamentos dos quais não entende pela falta de reflexão. As boas intenções não isentam da responsabilidade sobre atos praticados que ferem o princípio da legalidade que pretende manter a harmonia do convívio. Quando não se desenvolve o aprendizado que oportuniza o indivíduo a fazer escolhas e tomar decisões pelos resultados decorrentes de atos inadequados diante do que é fato e verdade, cria-se mecanismos de defesa, atacando os resultados como sendo inimigos de suas escolhas. Assim acontece quando o bandido depara-se com um policial e confronta-se no sentido de defender-se do que considera uma ameaça. No meio em que vive, a polícia é o inimigo; para a polícia, inimigo é o bandido.

O meio pode interferir em nossa maneira de pensar e agir. Porém, é a reflexão que leva o indivíduo a desenvolver uma consciência universalizada pela qual será capaz de se enxergar no meio em que vive  e avaliar suas atitudes.
Por outro lado é possível que esse amadurecimento ocorra pelas experiências e observações externas. Uma criança poderá não colocar o dedo na tomada depois da experiência de um choque em sua primeira tentativa.  Há um ditado popular que diz: “gato escaldado tem medo de água fria.”
Aqueles que não aprendem pela experiência empírica e continuam passando por cima dos limites naturais, acabam por enxergar esses “limites” como barreiras que precisam ser derrubadas. Ao chegar a esse ponto, estão dispostos a matar ou a morrer, defendendo a causa que entendem como uma bandeira, uma questão de sobrevivência. Para esses, o sistema é que está errado ao interferir em suas vontades e projetos de vida, ou simplesmente em seus comportamentos.
É importante ressaltar três pontos: Os que são produtos do meio pelas manipulações e assédio sem o crivo da razão e da reflexão, apenas para estar ajustado à maioria sem entender o porquê; aqueles que se permitem ser produto do meio por interesses maiores, conscientes daquilo que pretendem realizar nesse meio; e aqueles que não se permitem à manipulações por seu entendimento racional diante do meio, e seu autoconhecimento.
Os dois primeiros pontos defendidos não significam que o indivíduo estará terminantemente condenado a continuar como está, a partir do momento em que suas experiências de acordo com as expectativas criadas não correspondam ao que de fato esperam.


O “homem produto do meio”, portanto, não deveria ser a régua para medir as atitudes e comportamentos, sem considerar as oportunidades oferecidas a cada indivíduo sobre suas escolhas e decisões, ou sua busca pessoal para se reconhecer como ser plenamente atuante e responsável por suas ações.  São poucos os “iluminados” que se reconhecem no meio em que vivem para tomar suas próprias decisões, sem influência externa. Mas cada indivíduo, mais cedo ou mais tarde, começa a sofrer seus desajustes, a partir dos quais pode ser levado a uma mudança de vida e de olhar. 

CORRPUPÇÃO É ASSUNTO VENCIDO

Deus não teria colocado em sua lei o mandamento “Não furtarás” – se Ele não conhecesse a estrutura humana e suas tendências. A simples consciência dessa lei pode refrear qualquer tentação que leve alguém a se apropriar de algo indevidamente ou rever suas atitudes quando incorrer nesse tipo de delito. O ensino é necessário, muito mais o exemplo, diante das tendências humanas que podem evoluir para atos ilícitos se aliadas às suas necessidades. Há muitos que se corrompem - não por serem corruptos inicialmente - mas por serem necessitados com o agravante da falta de instrução, que os levam a costumes errados,e muitas vezes esses costumes não combatidos se disseminam (idiotismo cultural) que ficam acima da lei, impedindo-os de recusar determinada oferta. Por outro lado, usar a necessidade de alguém para fazê-lo cúmplice de ações escusas de corrupção, ganha dimensão criminosa. Mas há muitos que, mesmo necessitados, pelo fato de observarem  princípios morais e de respeito ao próximo, não se submetem a esse tipo de ação. Exemplo disso é o jovem, que sem o dinheiro da passagem pede ajuda ao cobrador do ônibus; diferente daquele que pula a catraca de maneira desrespeitosa e ato abusivo de enfrentamento. Há diferença entre a prática corrupta por deseducação ou desconhecimento, e a praticada por mau caratismo - por isso é preciso avaliar e não tratar todos os casos de igual modo como pretende o governo para atenuar as críticas sobre a prática dos corruptos por "profissão". Não se pode institucionalizar a corrupção só porque a defendem como uma tendência do ser humano. Quando o governo não age no sentido de refrear os maus costumes sociais, esses costumes acabam se tornando uma regra acima da lei, pois perde-se o controle. Assim buscam explicações e justificativas para esses atos na tentativa de minimizar suas responsabilidades.

Mas não se pode ignorar o exemplo dos pais para os filhos; do professor para o aluno; do advogado para o cliente; do comerciante para o freguês; do político para seus eleitores. O exemplo vem sempre de quem dependemos, daqueles que atraem as atenções. É desses a maior responsabilidade, aos quais devem recair a maior exigência e prestação de contas de seus atos, apesar de cada pessoa -até mesmo os subordinados - terem a liberdade de escolha, mas não haverá liberdade de escolha sem conhecimento que é o elemento chave que leva o indivíduo a decidir conscientemente. 


A Controladoria Geral da União, subordinada ao Governo Federal sugere que todos são corruptos ao divulgar material sugerindo que pequenas ações do dia a dia são atos de corrupção, como furar a fila, colar na prova, fazer ligações clandestinas, entre outras coisas. Por outro lado, a campanha não levantou questão sobre apropriação do troco do pão da vovó que o netinho foi comprar na padaria; gastar dinheiro que não lhe pertence, entre outras coisas que fazem mal diretamente a outras pessoas, que afetam a vida de terceiros. Ou seja, o órgão do Governo Federal quer dividir a responsabilidade da corrupção praticada por agentes públicos com a população em geral. Sem dúvida, os que ocupam maior escala na esfera da atuação humana tem responsabilidades sobre os que se submetem aos seus cuidados. Não se pode comparar a corrupção - pensada, articulada por especialistas em negociatas para burlar os princípios e a legalidade, buscando meios para atender a seus interesses - com as pequenas ações erradas praticadas pela população que tem mais a ver com a educação que recebe, que acaba se tornando uma postura de defesa diante das dificuldades encontradas em questões que deveriam ser resolvidas se a raiz do problema fosse atacada.  Os crimes são tipificados. Não se pode dar a mesma punição a quem furta um pão porque está com fome, a quem assalta a padaria.

Não se pode avaliar, por exemplo, que “colar na prova” seja um ato de corrupção proporcionalmente ao desvio do dinheiro que seria o troco do pão que a vovó mandou comprar. Uma coisa afeta a si mesmo, como o colar na prova – que, sem dúvida, custará seu conhecimento; o outro ato é contra alguém.

Uma coisa é alguém fazer uma cópia de música para ouvir porque não tem dinheiro para comprar um Cd; outra coisa é fazer cópias para vender e lucrar. Se colocarmos as “pequenas corrupções” como alega a Controladoria Geral da União, na mesma discussão da corrupção que o País reclama, a diferença é que a praticada pelas autoridades públicas beneficia a seus interesses, furtando o direito dos outros. Certamente o “fura fila” tem seu caso resolvido ali mesmo com a reclamação direta dos que se sentem lesados, o mesmo não acontece no âmbito da administração pública. 

Não é didática a campanha do CGU, nem colabora para que a corrupção seja combatida, pois acentua os pequenos atos, sugerindo que os grandes não poderiam ser cobrados pela maioria. Esses dias meu filho perguntou por que não conseguem acabar com os ladrões e os crimes, se a maioria da população não é criminosa? Ele perguntou isso ao observar as pessoas no supermercado, nas ruas andando tranquilamente em um cenário de harmonia. Por que uma minoria causa tanto medo? Se levar esse tema para o nível político, é um pequeno grupo que comanda grandes corrupções respaldado pelas atribuições do cargo que ocupa praticando desvios de finalidade de recursos que pertencem ao país, suborno para alcançar seus objetivos entre outras ações. Não se pode minimizar as grandes corrupções que afetam a vida de milhões de pessoas, de caso pensado, planejado, igualando-as aos que agem de maneira incorreta, até mesmo em momentos de desespero, como a tentativa de furar uma fila, por exemplo, pela demora no atendimento do serviço público.

Outra questão é a educação de berço; a educação escolar; os princípios religiosos e de valores humanos que o exemplo vindo dos governos tenta desconstruir, exatamente por suas ações que são vistas em larga escala, divulgadas pelos meios de comunicação, cujos atores se defendem, exatamente ao dizer que a corrupção faz parte da dimensão humana e que todos são corruptos, mas esquecem que essa consciência é o primeiro passo para combatê-la, não para justificá-la. Há muitos que se corrompem ou se corrompem por ignorância e entram em situações difíceis por falta de entendimento. Mas há os “profissionais” da corrupção, que tornam essas ações um meio de vida. Para esses há o rigor da lei, as determinações da justiça.

Não podemos permitir que os representantes do povo e seus órgãos representativos acusem o povo de corrupto para justificar seus atos de corrupção. Se a corrupção é levada de baixo para cima, como se sugere, aqueles que sabem o que estão fazendo, no meio do caminho é possível refletir e escolher desistir da intenção. Mas o interesse pelo poder é bem maior, a ponto de sacrificar uma nação inteira que é espoliada em seus direitos às custas da usurpação dos que exercem cargos públicos. Não podemos arrefecer nosso espírito combativo, mesmo tendo uma alma corrupta, pois quando – e se- isso ocorrer, estaremos irremediavelmente perdidos.

As “pequenas corrupções” do dia a dia são combatidas pela educação escolar, pela família, ao perceber traços de comportamento diferente nas ações dos filhos, mas todo esse trabalho é desconstruído quando as forças dominantes dão exemplos adversos em relação ao que se aprende e ao que muitos são levados a aceitar. Não podemos admitir governantes irresponsáveis, que chamam hipócritas os que ainda prezam pela moral e os bons costumes. Não podemos aceitar o nivelamento por baixo, sob o argumento de que temos que nos unir à minoria barulhenta, porque não podemos mais contra ela. Precisamos, sim, acatar os bons exemplos da lei, da ordem e da justiça, dos valores cidadãos, do respeito ao próximo para vivermos numa sociedade menos perturbada. A corrupção não seria discutida se os representantes do povo com a consciência que possuem de suas responsabilidades fossem um exemplo. Mas por não ser assim querem tornar o tema Corrupção um assunto vencido. Nós precisamos vencer.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

PARA TRÁS É QUE SE ACERTA

“É pra frente que se anda.” É natural que seja assim, porém, é preciso compreender os passos que damos, avaliar por que caminhos queremos realizar os nossos objetivos e se é nesse caminho que estamos. Há muitos “andando para a frente” no afã de concluir seus objetivos tomados por uma cegueira que só consegue ver o que os olhos alcançam no que tange à suas conquistas materiais ou de posições na escala social.

No aspecto político quando se fala em retrocesso aponta-se para as conquistas do passado em comparação às novas conquistas, o que não foge do que é previsível.  Não é esperado que  tudo continue como está. É previsível que o crescimento ocorra de acordo com as necessidades reais ou criadas sistematicamente, das quais a sociedade passa a depender. Sem dúvida, são estratagemas, como iscas, que furtam a liberdade de muitos, impedindo-os de reconhecerem seus direitos e garantias fundamentais. 


Seria ignorância achar que as conquistas se perdem com o tempo. Isso não é prática da área político administrativa, pois quando algum sinal é entendido pelo povo - ciente de seus direitos -  como a desconstrução do que foi alcançado estruturalmente, a reação é de repulsa. Esse tipo de argumentação surge em momento oportuno como no período de disputas eleitorais e acaba espalhando um certo receio na população, com base em hipóteses e suposições, instrumentos usados para fazer o povo imaginar ou pensar no que não vai ocorrer como se fosse a verdade. É uma espécie de manipulação para angariar a preferência na disputa. 

Por outro lado, as decisões políticas não devem ser tomadas com base em hipóteses ou suposições, mas com planejamento estratégico para avançar ou mudar, sem comprometer as estruturas, mesmo  que  algumas medidas a curto prazo tenha impacto na vida da população. A mudança, por vezes, requer rompimento, não com as estruturas, mas com o modelo criado, o formato das negociações que não deve confrontar com os interesses da Nação e satisfazer interesses partidários. 

Para conquistar algo sólido e durável, é preciso cortar o que é supérfluo – que apesar de oferecer uma “zona de conforto” e comodidade, pode representar uma ação perdulária e enfraquecida no momento das “turbulências.” O que é supérfluo transmite uma sensação de poder de consumo, mas que nem sempre se sustenta a longo prazo por falta de uma visão futurística de planejamento e ações que visem a sustentação das conquistas. As perdas materiais podem ser um reflexo não da perda propriamente dita, mas elas ocorrem como o resultado de falsas expectativas que levam em conta apenas o cenário atual. Por outro lado, todas as estruturas sustentadas pelas aquisições materiais se comprometem. É preciso saber o que motiva um governante a trabalhar no aspecto exterior, sem levar ao conhecimento do país o que há por trás de suas ações. A política viciada leva as pessoas a cobrarem o que fez um mandatário no tocante a obras, mas não desenvolvem a percepção sobre os rumos que o País vem tomando, aos poucos. É como se o benefício social concedido à população, fosse uma licença para ações escusas do governo que podem comprometer a democracia e as conquistas sociais, construídas ao longo da história, de um só povo, uma só Nação. A conquista pelo trabalho; o mérito pela dignidade; o crescimento pessoal pela educação.

No campo do desenvolvimento humano, a máxima que ouvimos é de que “É pra frente que se anda.” É natural que seja assim, porém, é preciso compreender os passos que damos, avaliar por que caminhos queremos realizar os nossos objetivos e se é nesse caminho que estamos. Há muitos “andando para a frente” no afã de concluir seus objetivos tomados por uma cegueira que só consegue ver o que os olhos alcançam no que tange à suas conquistas materiais ou de posições na escala social, assediados por um falso discurso de prosperidade que isola outros pontos importantes do desenvolvimento pessoal. É preciso avaliar as condições morais, éticas, e de respeito aos limites; os valores de família; o respeito à propriedade privada; os direitos coletivos. 


As vezes o avanço exige um passo atrás, quando ameaças são percebidas. Ameaças que podem interferir na paz social e no conjunto de regras que regem a sociedade como um todo, cada qual reconhecendo o papel individual nessa esfera de relacionamento com o meio.  Voltar atrás é atitude digna quando se reconhece que o abismo está adiante. Quando a luz amarela do sinal da consciência acende. Mas não basta apenas dar um passo atrás. É preciso retomar o caminho com a consciência de que nem todos os erros podem ser apagados, mas compreendidos para que a partir deles se reconstrua ações acertadas. Não é possível avançar sem reconhecer os erros cometidos e acertar o passo, pois eles (os erros) encobertos podem se avultar de maneira tal por trás de nossa defensiva que não poderão ser refreados quando eclodirem diante de nossos olhos. Entre o pensamento e a ação há sempre um intervalo. É nesse tempo que devemos refletir se apertamos ou não o gatilho da liberdade ou da escravidão; da honra e decência ou da subserviência. 

sábado, 4 de outubro de 2014

JÁ ESCOLHERAM POR VOCÊ?


O voto ainda é importante, apesar de a política ter se tornado tão desacreditada pelos desmandos e condescendência com o erro e a corrupção dos últimos tempos. Não podemos aceitar que a corrupção, apesar de fazer parte da dimensão humana, se torne uma "bandeira" defendida só por causa dos erros dos outros, e que a honestidade seja um diferencial. Os interesses políticos partidários não podem superar as estruturas da ética e da boa moral. A escolha de um candidato deve ser consciente e coerente com os princípios universais que a sociedade defende, pelos quais nossa história foi construída. 

Os valores cristãos nunca foram ameaça para a segurança, para as liberdades e para a harmonia social, pois é isso que esses valores imprimem. Como não tratar do tema "política" sem mencionar a religião, se os valores Cristãos são ameaçados de vários setores que estão ocupando espaço na sociedade também nas áreas jurídica e ideológica? É fato de que a filosofia Marxsista que parece uma seita tem dominado, sobretudo, a política de esquerda, aos poucos ganhando raízes em nosso país. É a filosofia que prega que o mundo está errado e que certo são os que pensam como eles. Essa filosofia confronta-se agressivamente aos princípios cristãos. A desconstrução desse princípio pode tornar a sociedade sem rumo, sem referência entre o certo e o errado, pois os valores se invertem de tanto que a corrupção aumenta e a verdade não encontra lugar. 



É preciso saber que linha o partido defende, que filosofia move suas ações por trás dos bastidores, pois, para muitos, o importante é o bem que se faz, independentemente de saber, que por trás de atos benfeitores, esconde-se o desastre social, o rompimento das estruturas familiares, e a institucionalização da rebeldia e o desrespeito à lei e à ordem. Talvez isso seja mais importante saber antes de votar, do que o número de pontes que foram construídas e pela falsa retirada de milhões da pobreza, que ainda amarga a miséria do analfabetismo e das poucas condições de subsistência por negligência das autoridades constituidas que tem o dever de governar para o desenvolvimento da Nação em todos os setores.O que não vemos e o que impedem que saibamos, e o que desviam por discursos triunfalistas, pode comprometer o futuro de uma Nação.


Não permita que escolham em seu lugar. As pesquisas eleitorais influenciam o voto de uma nação com base em uma minoria. Não permita que escolham por você. Aliás, a quem interessa divulgação de pesquisa eleitoral em véspera de eleição? 
Mas vivemos numa sociedade fragilizada, de educação fragmentada. O analfabetismo funcional ainda garante a eleição da mediocridade e, por isso, muitos, manipulados como a turba que pediu para crucificar Jesus e soltar Barrabás continua aplaudindo aquele que lava as mãos de suas responsabilidades. 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

O ELEITOR CRISTÃO

 Somos um país de fé, mas que precisa urgentemente manifestar suas obras pelo direito de todos.

De acordo com a FGV (Fundação Getúlio Vargas, há cerca de 9 milhões de assembleianos no país, os que se denominam fieis da Igreja Assembleia de Deus. Em 2012 a população evangélica e protestante chegou a 22,7%, cerca de 42 milhões de fiéis; os católicos representam 57% da população. É uma força que unida pode fazer grande diferença na sociedade. Se há divergências doutrinárias, em pontos fundamentais, todos os que mantém posição coerente com o que pregam, defendem o mesmo princípio: o amor ao próximo, o respeito, a liberdade, a valorização da vida e da família.
O Estado é laico, mas seus cidadãos, em sua maioria, professa alguma fé. Neste ponto, a  interferência  do  Estado em questões pontuais e definidas de acordo com princípios cristãos não é bem recebida por aqueles que professam e praticam as orientações de moral religiosa. A política é partidária, a religião é apartidária, por isso são paralelos que para conviver sem conflitos, precisam assumir seu papel com respeito aos seus propósitos. A família forma o Estado, e é a célula mater da sociedade, portanto, a família é maior que o Estado. Por isso, o trabalho dos governos constituídos pela vontade popular é resguardar os direitos da família, promover a segurança e manter as liberdades e os direitos de propriedade. 

Para eleitores cristãos conscientes a importância maior não é a discussão sobre competências ou sobre a obrigação cumprida pelo governo, pois isso não justifica o mal causado às estruturas morais de um povo e à democracia.  

Há alguns anos o Estado tem interferido em temas que afetam diretamente a família no que se refere a educação dos filhos. A lei da palmada que está em vigor prevê punições a quem agredir crianças, mas já existem leis que prevêm punições a maus tratos e agressões. Agredir e espancar o filho é um extremo; o outro extremo é de igual modo nocivo e pode ser causa de grandes males futuros para a sociedade. Os cristãos entendem que o equilíbrio é importante na educação. Se por um lado há filhos rebeldes, há pais que provocam a ira nos filhos pela maneira indevida de corrigir. A Bíblia diz: “A vara na correção dá sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe”Provérbios 29:15. A lei da palmada, portanto, tem outra configuração de profundidade desconhecida, mas parece tirar dos pais a autoridade de corrigir quando, de algum modo, precisam usar forma mais direta para despertar a criança. Cada criança se manifesta de maneira diferente diante de uma ordem ou de um comando, diante dos limites necessários. E só os pais aprendem a maneira de lidar com essa questão, ou deveriam aprender.
A fragmentação da família tem criado uma sociedade de filhos perturbados, esquizofrênicos, de mente dividida, sem uma definição de vida e de seus compromissos, direitos e obrigações.
Neste ponto há uma interferência direta do sistema e do governo que visa a chamada “liberdade” sem nenhum critério, sem orientação, mas denominando fundamentalistas e hipócritas os que ainda pretendem preservar o que é moral no âmbito de uma sociedade organizada e interdependente. As ações de uns, acabam interferindo nas reações dos outros. Começam a valorizar as coisas, o consumo, os bens duráveis e objetos como um fim em si mesmo. Banaliza-se a vida e as relações humanas, reduzindo-as ao mero egoísmo e a satisfação pessoal. 
Exemplo disso é o aborto que o governo pretende tratar como caso de saúde pública e permiti-lo pelo sistema de saúde oficial a quem desejar abortar, segundo o que foi dito pela presidente da República. Os cristãos entendem que a vida começa com a concepção no ventre da mãe."Os teus olhos viram o meu corpo ainda sem forma" - Salmos 139: 16.
Outro ponto que destoa dos princípios religiosos é o “casamento entre pessoas do mesmo sexo”, cujo termo foi trocado por “união civil homoafetiva” – mas a finalidade é a desconstrução do modelo de família tradicional, como agressivamente vem sendo defendido pelos ativistas do movimento gay com respaldo do governo e suas bases, que segue os parâmetros Marxsistas do sexo livre. Esse conceito da ala esquerdista tem sido levado às crianças da educação pública impondo suas doutrinas em mentes que não são capazes de discernir pela razão e senso analítico e poder de decisão consciente. É a pedofilia moral. "E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmo a recompensa que convinha ao seu erro."(Romanos 1:27) 

Mais uma preocupação é a liberdade religiosa. Os religiosos que mantém seus princípios regidos pelo evangelho serão aceitos apenas se manterem posições relativistas e não confrontarem com os costumes e práticas  consideradas iníquas. A proposta faz parte da lei da mordaça.Os cristãos seguem a ordem de Jesus: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a todas as criaturas. Quem crê e for batizado será salvo, quem não crê, será condenado"(Marcos 16:15)

A comunicação será controlada. Aos poucos isso já se faz notar. Desde o início do atual governo, o ex-presidente atacava diretamente a mídia e os noticiários que revelavam corrupções em sua administração. Exemplo recente foi a campanha para tirar uma jornalista do ar e impedi-la de dar opinião. Vários outros jornalistas dos principais noticiários da televisão deixaram de emitir opinião a respeito de assuntos de interesse da população. A continuidade de governo de perfil totalitário torna-se, portanto, uma grave ameaça para a democracia, como ocorreu na Venezuela em que canal de televisão de posição crítica ao governo teve concessão cassada; o mesmo ocorre em Cuba, com os meios de comunicação “chapa branca” que tornam-se porta-vozes do governo, o mesmo modelo de governo que aos poucos vem sendo implantado em nosso país.

Os cristãos defendem a liberdade, dizem não ao preconceito, mas mantém seus princípios inalterados, porém, querem ter o direito de pregar os princípios que regem seus atos. Cristãos aprendem a amar e preservar a vida animal e humana, e ao próximo; a desenvolver a caridade e o auxílio aos pobres; mas querem ter o direito de, com base em seus ensinamentos, alertar sobre comportamentos e ações nocivas que são praticadas na sociedade.

São esses cristãos ativos e conscientes de seu papel como cidadãos e participantes ativos da sociedade que exercem também seu papel de eleitor em cumprimento de seu dever. E são esses que não costumam escolher seus candidatos com perfis destoantes de suas crenças. Esses cristãos, não são condescendentes com a mentira e a corrupção. Somente a união dessa parcela da população que chega a quase 90% por um propósito, pode evitar que a sociedade da qual faz parte sofra as terríveis consequências de uma escolha equivocada. Somos um país de fé, mas que precisa urgentemente manifestar suas obras pelo direito de todos. 

MORDENDO A ISCA DA PROVOCAÇÃO


Por que o movimento gay vive tentando se autoafirmar num comportamento implicante e provocativo numa sociedade que entende essa questão como algo de foro íntimo? Para quê revelar-se publicamente em beijaços, nudismos e manifestações que parecem mais campanha utilizando mentes imbecilizadas como marionetes de partidos políticos que implantam na cabeça dessas pessoas que o mundo é contra eles tentando criar uma nova classe na sociedade, caracterizando separatismo e preconceito?Os discursos ideológicos equivocadamente defendem o que chamam de "diversidade sexual", sendo que há apenas dois gêneros.

Esses dias um rapaz gay foi tema numa reportagem de programa policial na televisão. Ele contava que de madrugada, voltando para casa, foi abordado por dois bandidos que o assaltaram e o feriram. O rapaz logo ligou o fato à homofobia, dizendo que fizeram isso com ele, porque era gay.  O foco se desviou dos criminosos para uma questão pessoal. Os bandidos fizeram isso, porque são bandidos, assaltantes, criminosos. O delegado responsável pelo caso foi cauteloso em julgar o fato como crime de homofobia. Segundo o que declarou, vários fatores podem ter contribuído para isso, principalmente pela região onde  o  assalto ocorreu, considerada perigosa, o que se agrava pelas condições de iluminação no local e a hora em que aconteceu o assalto.
O problema é que o ativismo gay tem pregado que quando um homossexual é agredido, o fato ocorre por homofobia, e os gays incorporam essa mentalidade a ponto de qualquer incidente que ocorra, como acontece com qualquer pessoa, tenha uma configuração e um tratamento especial. O que temos observado atualmente são as provocações que o movimento faz, como em ato de rebeldia, quando alguma opinião genérica sobre o caso é colocada. Vários setores da sociedade são pressionados pelo ativismo para dar uma resposta ao que julgam ser homofobia.
Diz o ditado que “macaco velho não põe a mão em cumbuca”, mas quem morde a isca se compromete. O recente episódio envolvendo o candidato Levy Fidelix foi o estopim para novas manifestações – diga-se de passagem -  desproporcionais ao comentário do político que revelou o que ele pensa, assim como grande parte da sociedade. O candidato foi xingado e ofendido em sua honra, sendo chamado de lixo, esgoto, entre outros xingamentos de ordem pessoal, não ideológica, que ganharam repercussão. Aliás,  não há contra-argumentos para a declaração do político, a não ser xingá-lo, rotulá-lo, desqualificá-lo.  



A sexualidade é algo íntimo, e não diz respeito a ninguém. O que ocorre é que as provocações resultam sempre em resposta nem sempre agradável aos provocadores que tentam impor a relação homoafetiva como um novo modelo de família, que foge terminantemente de seu conceito fundamental. Levy Fidelix, antes de dizer o que disse, alertou sobre a  pergunta feita pela ativista Gay Luciana Genro. “Você não era para tocar nesse assunto comigo. Falar de economia, tudo bem.” Ele sabia que não ia negar suas convicções só porque estava na televisão.
É assim que tentam “amordaçar” moralmente as pessoas. Muitos deixam de emitir opinião ou dizer que “não é a favor nem contra”, apenas para não se desgastar. É um movimento que usa uma suposta vitimização para justificar seus comportamentos agressivos e desrespeitosos. A negação de opiniões por receio de represálias não é característico de pessoas honestas em suas convicções. Por outro lado, classificar opinião contrária sobre o tema como homofobia é precipitação se não for levado em conta o que de fato se configura homofobia.
Cada pessoa tem o direito de fazer o que quiser consigo mesmo, mas quando tenta impor seus comportamentos ou expô-los de maneira inadequada como culturalmente aprendemos e naturalmente vivemos,  e que, por outro lado, tentam desconstruir com base em seus interesses pessoais em detrimento do respeito e consideração a outra grande parte da sociedade é algo lamentável e repugnante. Por esse caminho, não cresceremos.
Todo crime contra pessoa, maus tratos, entre outros, é passível de penalidade prevista em lei. Não há gays. Há seres humanos. Se o movimento tenta colocá-los de maneira diferenciada, buscando criar leis específicas para institucionalizar a homoafetividade como um segundo modelo de relacionamento – eles mesmos provocam  a própria separação e rejeição -  diante do que é comportamento natural das pessoas e sua atração pelo sexo oposto. Não é preciso dizer ao menino que ele tem que gostar de menina, nem dizer a menina que ela tem que gostar de menino – com o passar dos anos e no tempo certo, a atração ocorre naturalmente. Por outro lado, o movimento gay tenta desconstruir a naturalidade dos relacionamentos induzindo por vários meios que a sociedade aceite seu descontentamento pelo que chamam de “ditadura hetero”, esquecendo-se de que não existe ditadura natural, ela é provocada por reações adversas pelo descontentamento de um sistema harmonioso, que contraria interesses menores e equivocados. Em tempo algum se viu crianças preocupadas em saber sobre sexo como ocorre hoje em dia pelos estímulos do meio ambiente. De vez em quando temos que explicar aos filhos porque duas mulheres estão se beijando na boca dentro do supermercado. O que um pai diz a seu filho diante de uma cena dessas? Que é normal? Que cada um escolhe o que quer e o que fazer? Não se diz isso a uma criança que não tem capacidade de decidir o que é melhor para si. Ela precisa aprender.

O movimento gay quer impor uma nova “cultura” com o suporte das grandes mídias e da política e estão ganhando espaço nas novelas em superexposição como em campanha para transição cultural para o constrangimento daqueles que não compactuam com esse tipo de comportamento.
É importante lembrar que a promiscuidade sexual, a libertinagem em relacionamentos homossexuais, o ambiente em que escolhe para viver, o uso de drogas e bebidas, por si só é um grande risco. Nesses casos é importante uma profunda investigação sobre o que de fato ocorre dentro da comunidade gay e o índice de criminalidade que afeta os homossexuais.

O ativismo está criando uma celeuma na sociedade a ponto de uma minoria que hoje tem representantes na política tentar desestabilizar a harmonia do convívio. A imposição pretendida imposição jamais será aceita. É uma ilusão achar isso, pois a sociedade não é gay. A questão é a consciência de cada indivíduo reconhecer que deve respeitar e ser respeitado. Todo e qualquer ato libertino, abusivo e promíscuo, certamente terá a repulsa sob o aspecto moral e cívico. 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

QUEM PAGA PARA VER DE NOVO?

Declaração importante feita durante um debate eleitoral: "Fazer o bem e cumprir sua obrigação não lhe dá o direito de fazer o mal" - replicou o candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro Marcelo Crivella ao atual governador candidato a reeleição Luiz Fernando Pezão quando falou das obras que fez, esquivando-se das explicações requeridas sobre corrupção em seu governo.
A nossa política é rasa, superficial, assim como os interesses do eleitorado. Parece que as consideradas “boas ações” do político, reivindicadas em público que mais parece elementos para compor jogadas de marketing torna-se carta branca para gerir de maneira escusa os assuntos administrativos de interesse nacional.

O maior escândalo de corrupção de nosso país, aos poucos foi minimizado pelos discursos repetitivos do governo. Os condenados e presos pelo caso, aos poucos voltam à sua vida normal, apoiados pelo governo e sua militância. O ex-presidente Lula ainda coloca dúvida sobre o caso e ainda supõe que o mensalão não existiu. A mídia, o único meio de levar ao conhecimento, pelo menos a ponta do iceberg da corrupção, é atacada e desqualificada pelos partidários. E o governo diz que "manda investigar"como se não soubesse do que se passa, somente depois de o povo tomar conhecimento pelos meios de comunicação.  O julgamento do caso foi desqualificado e o Juiz que condenou foi desacreditado, ameaçado, aposentado. Petistas odeiam Joaquim Barbosa, e foi ameaçado de morte por um militante a partir do Palácio do Planalto. O caso não deu em nada, apesar de ameaça de morte configurar crime.  A mídia é colocada como a oposição que tenta desestabilizar os interesses do governo denunciando seus malfeitos. Ameaçam jornalistas que comentam na televisão; calam a boca daqueles que parecem ser um entrave para seus negócios com chantagens, pois estão aparelhando o Estado, aumentando seus tentáculos perniciosos, tornando até mesmo instituições privadas dependentes de suas decisões.


Mas o que o povo tem a ver com as discussões internas, os interesses escusos de seus representantes, as negociadas por trás das cortinas no âmbito da administração, se o povo está cobrando apenas migalhas e migalhas recebe como resposta aos anseios populares, se para o povo o importante é ter seu benefício no fim do mês por ações disfarçadas de resposta aos reclames sociais? O povo não sabe de nada e não quer saber. E os políticos maldosos sabem disso. Assim continuam oferecendo o circo e o povo aplaudindo o espetáculo. A discussão deixa de ser política e passa a adotar suposições, julgamentos pessoais.
O maior escândalo de corrupção de nosso país, aos poucos foi minimizado pelos discursos repetitivos do governo. Os condenados e presos pelo caso, aos poucos voltam para casa e à sua militância política, apoiados pelo governo e seus aliados. O ex-presidente Lula ainda coloca dúvida sobre o caso e ainda supõe que o mensalão não existiu. A mídia, o único meio de levar ao conhecimento, pelo menos a ponta do iceberg da corrupção, é atacada e desqualificada pelos partidários. O julgamento do caso foi desqualificado e o Juiz que condenou foi desacreditado, ameaçado, aposentado; a mídia é colocada como a oposição que tenta desestabilizar os interesses do governo denunciando seus malfeitos. Ameaçam jornalistas que comentam na televisão; calam a boca daqueles que parecem ser um entrave para seus negócios com chantagens, pois estão aparelhando o Estado, aumentando seus tentáculos perniciosos, tornando até mesmo instituições privadas dependentes de suas decisões.

Para quê o governo tem que esperar uma manifestação pública para responder às cobranças, se o representante do povo em seu cargo deve  ter competência e capacidade de entender as necessidades básicas e elementares e trabalhar no sentido de minimizar suas falhas administrativas que refletem nos serviços que deve prestar ao Estado ou à Nação?
É assim que o governo se defende: quando é chamado à responsabilidade e a dar explicações sobre escândalos, desvios de finalidade na aplicação de recursos, a corrupção, entre outros temas de profundidade tamanha cujas consequências podem ser a destruição de um Estado, ele usa as ações sociais e maquiagem na apresentação de números e dados de avanço e progresso como escudo. As frases: “esse governo foi o que mais fez; nunca em tempo algum tivemos tanto...” são evasivas para desviar o olhar e as atenções do que é elementar. É muito bom ter cautela com candidatos que vivem apontando números de supostas realizações feitas. Assim conseguem atenção ou admiração enquanto não se prove em contrário, pois, dificilmente alguém sairá a procura dos números para conferir.  Munidos de dados estatísticos, tentam passar imagem de bom gestor, mas o que importa para o desenvolvimento de um país, não é o que foi feito, mas o que não foi. As frases repetitivas que servem como defensiva precisam ser observadas no confronto com o que se diz e com o que realmente é.
Essa falta de interesse da população para aprofundar-se e sair do senso comum e da política mediana que faz o governo, é que respalda essas ações rasas e o povo acaba se contentando com pouco, muito pouco.
Não podemos apenas discutir segurança pública com o uso e aumento da força policial, apesar de o povo pensar que isso resolverá o problema; não é aumentar o quadro de médicos para atendimento à população, ainda que o povo não saiba se expressar quando consultado sobre o que mais precisa. As bases estruturais precisam ser resguardadas; a política precisa ser ampla. A questão de moradia não se resolve apenas com a construção de casas, mas pela permanência de seus moradores numa moradia que garante segurança e infraestrutura adequadas às necessidades das famílias. Não se pode aceitar obras de fachada com fins marketeiros em época de campanha, apenas para maquiar as grandes responsabilidades de quem assume o maior cargo político de uma Nação. O trabalho na superfície por um lado agrada aos olhos, mas por outro lado, esconde o buraco negro para o qual o país pode estar prestes a cair, na desconstrução da democracia e das liberdades. Veja a educação, a atenção aos jovens, o combate às drogas. Veja a saúde, o saneamento básico.

Não nos permitamos à alienação. A comer o que nos oferecem; a aceitar o que eles respondem e a concordar que “se não tem remédio, remediado está”.  O maior perigo para uma Nação é o comodismo. E parece que é isso que tentam fazer pelas manipulações ideológicas de que tem muito a fazer, mas que não se responsabilizam pelo que não fizeram.  Não podemos aceitar a mea-culpa. As responsabilidades precisam ser assumidas, sempre.