quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Blog do Elias Teixeira: Mentalidade esquerdista revela caráter subversivo ...
Blog do Elias Teixeira: Mentalidade esquerdista revela caráter subversivo ...: Ao observar os discursos, práticas e comportamento de pessoas que se inclinam para uma linha ideológica de esquerda, lembro-me d...
Mentalidade esquerdista revela caráter subversivo não corrigido
Ao observar os discursos, práticas e comportamento de pessoas que se inclinam para uma linha ideológica de esquerda, lembro-me da primeira vez que tentei explicar um erro que cometi, culpando uma outra pessoa. A correção que tive naquele momento foi primordial para uma reflexão sobre a minha responsabilidade independentemente do erro dos outros. E não foi erro que compromete a vida ou a integridade de ninguém; foi um erro de leitura.
Li uma palavra errado, porque estava escrito errado no ar, durante o noticiário da emissora quando estava começando como locutor de rádio aos 17 anos de idade. Fui chamado pelo diretor de jornalismo para explicar o que tinha acontecido, e logo me defendi: "Está escrito assim, o erro foi de quem escreveu". O chefe de jornalismo então me disse: "Sim, está escrito errado; errou quem escreveu, e você também errou quando não prestou atenção antes de ler; o nosso trabalho é em equipe, mas a responsabilidade pela execução é individual".
Isso foi muito importante para mim. A partir desse episódio comecei a prestar mais atenção em mim, em me corrigir; a prestar mais atenção naquilo que podia me levar a errar, sem olhar para o que os outros estavam fazendo.
Ao observar o pensamento e argumentações de pessoas de "esquerda", vejo claramente esse caráter que todo ser humano pode desenvolver a partir do momento que erram, e procuram se defender de seus erros culpando os outros.
Recentemente, o homem que esfaqueou um político prestou depoimento e justificou seu ataque sem nenhum ar de arrependimento, como se os seus motivos pessoais fossem suficientes para praticar um crime:"Eu me senti ameaçado pelo discurso dele".
Os nossos motivos é uma questão que temos que resolver conosco; é uma questão íntima, de formação de caráter e controle de sentimentos. Colocar nossos sentimentos como o "senhor da nossa razão", poderá nos levar a cair no vício da justificativa de nossos erros e até crimes, sem nenhum interesse por correção.
Não assumir nossos erros jamais nos levará a corrigi-los e passam a ser a nossa verdade.
Esse caráter começa a ser formado no primeiro momento em que erramos. Se não for corrigido, torna-se aceitável quando é defendido por critérios pessoais diante daquilo que motivou um ato errôneo. Foi assim com Adão no Paraíso: "A mulher que o Senhor me deu como esposa me deu do fruto e eu comi". Mesmo estando ciente do que estava fazendo, responsabilizou a mulher que Deus havia dado a ele por esposa.
A mentalidade de esquerda se desperta sempre que um erro é praticado e prevalece quando não se submete à correção, à obediência e à sujeição a regras e normas. Nesse ciclo de erros, justificativas e continuidade, a inversão de valores ganha força, pois passa a não reconhecer o poder que governa acima de si.
Todo homem tem a capacidade de desenvolver pensamentos esquerdistas. Aqueles que são orientados e guiados pela correção, escapam de suas danosas consequências.
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
"O MUNDO NÃO É DE TODOS"
Quando entendemos que o mundo é para todos, não de todos, começamos a rever nossos conceitos a respeito do nosso desejo e vontades pessoais e comportamentais daquilo que elegemos como nossos direitos apenas porque queremos que sejam, passando a desconsiderar as regras da convivência coletiva.
O mundo não é propriedade nossa, mas uma concessão. O espaço que ocupamos também não nos pertence como propriedade, ainda que articulemos argumentos de que temos direito porque "pagamos impostos".
O mundo não é propriedade nossa, mas uma concessão. O espaço que ocupamos também não nos pertence como propriedade, ainda que articulemos argumentos de que temos direito porque "pagamos impostos".
Não há "mundos paralelos" no âmbito das relações sociais, apesar de esse conceito ser adotado subliminarmente, aos poucos, por um falso entendimento de liberdade que muitas vezes se aflora nos comportamentos de grupos que levantam bandeiras exigindo mudança nas regras.
Aqueles que querem viver para si mesmos devem escolher o "isolamento"; suas práticas, contrárias à regra de convivência coletiva, devem ser realizadas sem o comprometimento da liberdade comum a todos. A liberdade pessoal é um direito, até o ponto em que não interfira nos direitos coletivos e normativos. O mundo "para todos", deixa subentendido que existem normas a serem observadas na exploração desse espaço que é concedido aos indivíduos onde o direito é único para todos, assim como os deveres. É nesse ambiente que o respeito prevalece, pois é fruto do reconhecimento dos limites que naturalmente são demarcados pelo bom senso.
domingo, 23 de outubro de 2016
quinta-feira, 21 de julho de 2016
FAÇA PARTE DESSE PROJETO COMIGO!
Preciso de 200 amigos meus que me ajudem num projeto literário de motivação que está pronto para publicação e que cada um de meus amigos adquira 10 livretos no valor de R$ 1,40 cada.
Esse é um projeto que surgiu nesse momento de dificuldade que estou vivendo e que já dura algum tempo, e esse momento de recolhimento me despertou lições importantes de vida e experiência que apresento nesse trabalho.
Durante muitos anos dediquei minha vida profissional a um projeto que imaginei que duraria um pouco mais, quando ainda estava cheio de motivação e disposição para produzir e continuar sendo útil. Essas experiências acabaram me amadurecendo tornando-me mais crente em determinadas coisas e descrente em outras coisas que me ensinaram verdadeiras. Mas é no confronto com a realidade da vida que algumas crenças se fortalecem, enquanto outras não trazem o efeito que acreditamos que poderiam trazer.
Atualmente não tenho recursos próprios para investir nas tiragens desses livros.
Por isso venho pedir de meus amigos essa "compra antecipada" de 10 unidades do livreto que apresento.
O projeto é de uma série de livros, mas pretendo trabalhar com apenas um título no momento e, posteriormente, lançar os demais.
Os amigos que quiserem me ajudar nesse projeto, adquirindo 10 livretos, no valor total de R$ 14,00 + o envio, agradeço. Entre em contato comigo pelo e-mail: aneloeditora@gmail.com
sexta-feira, 13 de maio de 2016
O QUE É PAU, O QUE É PEDRA.
Se Deus tivesse aceitado o argumento de Adão de que foi Eva quem o induziu ao erro, Deus teria cometido um erro contra sua própria ordem.
Existe uma ordem inicial, original, principal, a qual deve reger os nossos atos. Essa ordem é natural na essência do ser humano, independentemente das culturas e do ensino que recebe. Os desajustes emocionais ou espirituais podem estar relacionados ao choque com essa ordem.
"Ordem" não tem a ver com ensinamentos. Ela é preexistente. É essa ordem que rege a vida e todo o universo. É por ela que se desencadeia o processo da ação e reação. Foi exatamente o afastamento dessa ordem que fez com que, despertando a consciência, Adão sentiu-se culpado e, por isso, buscou uma justificativa para o que tinha feito. O primeiro passo foi encontrar um motivo para o seu ato, atribuindo à mulher a participação em seu erro, acusando-a por tê-lo induzido. Mas ele também não conhecia a ordem?
Como podemos ser "induzidos" ao erro, se existe uma ordem? Ou o erro é consciente (e por causa disso busca-se advogar a causa, abrindo janelas de escape) ou ele ocorre por uma experiência pessoal nova, pela busca daquilo que não conhecemos, apesar de não haver "nada novo debaixo do sol" que não nos sirva de ensinamento sobre os resultados.
Mas são as consequências ruins, que nos sinalizam que uma ordem natural foi transgredida.
Mesmo pelos ensinamentos que recebemos, é através da experiência de vida e as experimentações práticas que executamos, que nos mostram, através dos resultados a curto, médio e longo prazos, se as nossas ações seguiram a ordem que deveria seguir ou se foi desviada pelo caminho.
Quem poderá dizer que foi induzido ao erro, se é senhor de suas escolhas, no pleno exercício de sua capacidade mental, com o senso do bem e do mal?
Afinal de contas, não há um "castigo" que pode ser operado contra nós, que não aquele proveniente do não cumprimento ao que nos foi apresentado como um princípio.
sábado, 30 de abril de 2016
O MACACO DO CIRCO USAVA SHORT
Lembro-me que o short de nylon virou uma "febre" nos anos 80. O sonho de consumo de uma criança pobre, era vestir um short de nylon, porque passou a ser uma "curtição", algo que estava na moda.
Certa vez, um carro de propaganda de um circo que havia sido montado num bairro carente, levava a reboque uma jaula com o macaco "Joel", a atração do evento. E lá passava o macaco, vestido com um short de nylon.
Muitas crianças comentaram: "Puxa, o macaco tem um short de nylon, e eu não tenho."
Haveria, porventura, alguma criança em cuja cabeça passou a ideia de fazer mal ao macaco para roubar-lhe o short? E a notícia de que alguém foi atacado por causa de um tênis novo? E aquela garota da escola que desfigurou o rosto de sua colega por achá-la bonita demais?
Haveria, porventura, alguma criança em cuja cabeça passou a ideia de fazer mal ao macaco para roubar-lhe o short? E a notícia de que alguém foi atacado por causa de um tênis novo? E aquela garota da escola que desfigurou o rosto de sua colega por achá-la bonita demais?
É muito comum para quem é "bombardeado" por apelos consumistas, desejar aquilo que não tem. Apesar de aquelas crianças não terem um short de nylon, elas não estavam nuas.
A educação exerce um papel muito importante para ampliar a visão das pessoas sobre questões que se resumem na supervalorização de um fato isolado, de importância não tão relevante em sua essência, mesmo que para a "vaidade" seja importante.
Eu sempre rejeitei a ideia que ouvia no passado, quando em certas discussões entre colegas de escola, ou em conversas de alguns adultos, que diziam: "O banco foi assaltado? Não tem problema. Os banqueiros tem muito dinheiro!" O mesmo argumento ocorria quando algum rico era roubado ou sequestrado: "Pelo menos ele é rico. Tem muito dinheiro."
Eu não aceitava esse olhar, porque não conseguia considerar a posse do assaltado, mas o crime cometido.
Parece que esse mesmo argumento é usado, por exemplo, quando um pobre é levado à delegacia policial após furtar algo para comer. A necessidade do pobre é colocada como uma justificativa para o "crime" e, parece que quando há um motivo forte para o crime, ele se torna menos crime. Se existe uma boa justificativa, o crime é mais aceitável.
Uma sociedade que assume esse olhar como um fim para combater as diferenças sociais, aquecendo as lutas de classes pelo ódio, pela força bruta, pelas invasões, ou por qualquer tipo de ação movida por um sentimento de necessidade, inveja ou ambição sobre objetos ou coisas que pertencem ao outro, ou que justifica esses atos por uma necessidade básica, é despida de valores que são capazes de refrear os impulsos animalescos da sobrevivência. Por outro lado, a solidariedade, o compartilhamento, o olhar fraterno dos maiores sobre os menores não advém de uma imposição, mas de um alcance espiritual que supera as escalas de discussões no âmbito de políticas que apregoam a justiça social que sustenta essa celeuma. Sem o alcance individual dessa escala espiritual elevada, os que detém bens, se tornam tão animalescos para defender suas posses, assim como os que anseiam esses bens atacam para possuir o que pertence ao outro.
Toda discussão política que se resume em lutas de classes, sem um sistema educacional que leve o indivíduo a entender que o compartilhamento, a solidariedade, o amor ao próximo, o respeito às coisas alheias, o limite dos direitos, tende a se aniquilar nas lutas armadas e na arregimentação do ódio, do rancor que leva o ser humano para a escala mais baixa que se pode alcançar. O que poderá mudar a história, não é a força da lei que obriga os homens amarem uns aos outros, mas a força do próprio amor.
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